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30 de nov de 2017

Dias atrás participei de um workshop promovido pela empresa onde trabalho e no meio de tantas dinâmicas e participações que o público faz durante a fala do palestrante tiveram algumas perguntas e a que eu tive que responder foi: "Qual sonho mais te deixa motivado e empolgado?", tinha um tempo para pensar, mas eu nem precisei, a primeira coisa que veio a minha mente foi: escrever um livro. Eu vejo o escrever como uma coisa incrível, algo que eu posso fazer para sempre sem nunca cansar (mesmo com alguns dias de pouca inspiração), é na escrita que busco refúgio sempre que estou muito feliz ou muito triste.

Por esses dias estive na casa dos meus pais e fui organizar minhas coisas que estão lá, doar o que não uso, jogar fora o que não tinha mais sentido guardar e encontrei tanta coisa, tantos cadernos, diários, papéis rabiscados, dentre eles está o meu primeiro caderninho, o primeiro que meus pais deixaram eu rabiscar ainda quando bebê e foi tão lindo reconhecer que isso faz mais parte de mim do que eu imaginava.

O fato de eu responder que queria escrever um livro, assim tão rapidamente demonstrou que isso ainda está dentro de mim, que eu não esqueci do meu sonho, que essa vontade de pôr tudo pra fora através das palavras é tão grande e que por mais que o tempo passe ainda sobrevive.

É pra isso que eu tenho o blog, a newsletter e o bullet journal, se não tivesse onde me expressar acho que explodiria. Este post é meio que um lembrete, um grito, um suplício pra que mesmo nos dias mais terríveis eu não esqueça que escrever é tudo que eu tenho e o que eu sempre vou ter pra mostrar pro mundo - pelo menos uma parte - do que eu sou e do que tenho dentro de mim.