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Relato de parto

Depois de mais de dois meses consegui arranjar um tempo e coragem pra escrever sobre esse momento tão importante nas nossas vidas, demorei  e não foi porque não sabia o que falar, é que pra escrever eu preciso estar tranquila e se tem uma coisa que o puerpério não é de maneira nenhuma é tranquilo! Agora estamos mais adaptados à rotina de mamazinho, troca de fralda, soninho, banho, carinhos e também meu marido está de férias, assim conseguimos dividir melhor as tarefas e fica mais leve pra todos.

Então, sobre o parto... aaah o temido e maravilhoso parto! Desde o início da gestação eu estava decidida que queria tentar o parto natural, eu queria sentir as dores, desejava do fundo do coração parir o meu filho e tudo estava se encaminhando pra dar certo, tudo tranquilo com minha saúde e a do bebê, nenhuma intercorrência e o Joaquim já estava virado e encaixado certinho, estava tudo perfeito! Porém já estava pra entrar na semana 40 e eu já levemente apavorada porque na minha cabeça ele viria antes, lá pela semana 38 ou 39, mas ok estava tudo certo, podia esperar mais com tranquilidade.

Na quinta-feira de manhã dia 27/06 eu tinha uma consulta de rotina e como já estava no final da gestação o médico fez o toque, estava com 1 cm de dilatação, colo do útero alto, sem sinais de trabalho de parto, continuamos a espera, a noite comecei a perder líquido, era pouquinho, mas já um sinal de alerta. Mandei mensagem pro médico que disse que poderia ser o tampão, mas que era pra eu ficar tranquila que o tampão pode sair com bastante antecedência e pra eu continuar monitorando qualquer alteração.

Na sexta continuei perdendo o líquido, não aumentou o fluxo, mas era contínuo o que juntando tudo era bastante coisa, mandei mensagem pro médico de novo e ele disse pra eu ir vê-lo no sábado de manhã pra ele avaliar, não era a bolsa e ainda estava com 1 cm de dilatação, colo do útero alto e continuamos a espera... aí eu comecei a ficar com medo, compartilhei meu medo com o médico que disse que estava ali pra fazer o que eu quisesse, a decisão era minha, ele poderia agendar cesária, mas estava tudo bem pra esperar. Mas o medo foi crescendo dentro de mim e a dúvida do que fazer aumentando. Ele disse que eu poderia deixar agendado pra garantir, mas que não precisava ser se eu não quisesse, enfim acabei agendando pra terça porque meu coração dizia que era pra fazer isso mesmo não sendo a minha primeira opção.

Passei o final de semana todo perdendo líquido aos pouquinhos, mas sem nenhum sinal de trabalho de parto. No domingo minha mãe e minha irmã vieram pra ficar comigo e minha mãe me chamou pra conversar, disse que entendia minha vontade de parto natural, mas que não era pra eu esperar muito porque ela já tinha perdido um filho porque “passou da hora” e ela não dilatou, quando foi pro hospital já era tarde demais e ela não queria que eu passasse pela mesma dor, aí eu desabei a chorar né?!

De segunda pra terça eu nem dormi, a partir da meia noite era pra ficar em jejum porque se eu fosse realmente fazer a cesária era melhor, não podia nem água então eu fiquei comendo e tomando água até o limite do horário, pois taurina né? Deu meia noite e fui deitar, tentar dormir, tinha que estar no hospital 6h da manhã, só tentar porque a ansiedade bateu, eu ia no banheiro de 10 em 10 minutos e em uma dessas idas, quando sentei na cama saiu uma poçinha de líquido e daí em diante começaram as dores, contrações bem fortes e a cada contração eu sorria de felicidade, eu estava vibrando muito feliz porque ele poderia nascer de parto normal, não ia precisar da cesárea, eu não estava me contendo!!

Foi assim a madrugada toda, eu iria pro hospital somente no horário que já estava marcado, mas as 4h da manhã acordei todo mundo com as contrações cada vez mais fortes e em menos tempo, eu não estava aguentando mais as dores e minha sogra me levou junto com meu marido pra maternidade. Até realizarem a burocracia do internamento e subirmos pro quarto já era 5 e pouco da manhã, ligaram pro meu médico, ele disse pra me deixarem no quarto e acompanharem minhas contrações, a pressão arterial e os batimentos cardíacos do bebê que logo ele chegaria. Até aí tudo bem, eu estava plena, com muita dor, mas confiante que tudo daria certo, então as técnicas foram ouvir o coraçãozinho do Joaquim com o sonar e simplesmente não estavam achando, elas estavam em três todas tentando sem sucesso, eu só olhava pro meu marido desesperada, aquilo não podia estar acontecendo, eu simplesmente fiquei travada de desespero, não conseguia nem chorar, até que o médico chegou e na primeira tentativa conseguiu, as meninas não estavam conseguindo porque não sabiam a posição do bebê, o médico como já me acompanhava faz tempo foi certinho e aí o desespero passou.

Passei por uma avaliação com o médico e quando ele foi fazer o toque eu estava com OS MESMOS FUCKING 1 CM de dilatação desde quinta-feira, o colo do útero alto e com contrações com menos de 5 minutos de intervalo, como geralmente dilata 1 cm por hora eu precisava dilatar mais 9, ou seja, passar por pelo menos mais nove horas de trabalho de parto pra TALVEZ dilatar, eu continuava perdendo líquido e nada de dilatação, eu tinha 3 opções: esperar essas intermináveis horas, induzir o parto com hormônio que não era 100% garantido que iria dilatar ou realizar a cesária mesmo e eu tinha que me decidir, o médico saiu pra me deixar com meu marido pra decidirmos, nós conversamos, eu lembrei das palavras da minha mãe e por mais que não fosse o que eu queria desde o começo decidi pela cesária, eu queria ver meu filho logo e bem!

Depois dessa decisão foi tudo muito rápido, fui pra sala de cirurgia, aplicaram a anestesia que no meu caso não doeu absolutamente nada, chamaram meu marido e a prima dele que é enfermeira no hospital, que no caso não iria ajudar no parto, somente assistir, filmar e tirar as fotos. Tinha também uma parede de vidro que era aberta para que os familiares que estavam do lado de fora pudessem ver o bebê, lá estavam minha mãe, minha irmã, uma tia e outra prima do meu marido. Joaquim nasceu com 40 semanas +1 as 7:33 da manhã do dia 02/07/2019 com 3.010 Kg e 48 cm, o pediatra só enrolou ele num paninho e entregou pro pai que ficou segurando ele ao meu lado por um tempo já que eu não conseguia me mexer, enquanto o obstetra fazia a finalização (ou seja, me fechava), depois levaram ele pra vacinar, vestir roupa e fazer os exames necessários e o pai acompanhou, então fui pra uma sala de observação e logo trouxeram meu filho pra ficar comigo, pra amamentar e ficar no meu peito, foi assim grudadinho que fomos pro quarto e não nos largamos nunca mais. O banho foi dado somente 24 horas depois e saímos do hospital depois das 48h pra minha recuperação e também por causa do teste do pezinho e tudo mais que precisa ser feito antes da alta.

Pode não ter sido a melhor decisão, eu poderia ter esperado mais um pouco pra ver se ia conseguir dilatar, eu poderia ter tentado induzir, poderia, poderia, poderia, mas segui meu instinto e acredito que a decisão da mãe sempre é a melhor, o médico não interferiu em nada, só apresentou as opções e deixou nas minhas mãos. Eu tive a oportunidade (financeira no caso) de escolher o lugar, a equipe, o médico e a maneira de ter o meu filho e nada foi feito sem meu consentimento e fico muito triste por existirem tantos casos de violência obstétrica, de intervenções sem necessidade e principalmente sem consentimento da mulher que podem causar traumas irreversíveis tanto pra mãe quanto pro filho e infelizmente isso ainda acontece muito no nosso país.


Chá do Joaquim

Já faz mais de um mês que o chá aconteceu (05/05), mas o final da gravidez me deixou em um estado de total inércia e falta de vontade de fazer qualquer coisa, até de postar aqui que não requer nenhum esforço fenomenal, mas a vontade de ficar quietinha de pernas pra cima foi muito maior. Porém tomei vergonha na cara e vim mostrar algumas fotinhos já que esta semana provavelmente o Joaquim nasce e aí sim é que não vou ter nem vontade nem tempo de postar qualquer coisa.

No início da gravidez eu pensava em não fazer chá nenhum porque como estou longe da minha família e eles não poderiam vir achava que ia ser muito chato e que não teria muita gente pra convidar, mas conforme o tempo foi passando surgiu uma vontade de fazer alguma coisa pra deixar registrado essa espera e compartilhá-la com mais pessoas. E conforme fui fazendo a lista de convidados fui percebendo o quanto de gente legal que eu tenho à minha volta e mesmo sem a minha família biológica por perto foi muito bonito compartilhar com minha família do coração que tenho aqui.

Não queria fazer algo mirabolante até porque existem algumas coisas que acho brega demais e a intenção no chá de fraldas é vejam bem ganhar presentes (é sim gente, vai dizer que não?) e não gastar muitos dinheiros com decoração e tudo mais que sairia muito mais caro do que você mesmo comprar todo o enxoval. Tive ajuda de muitas pessoas pra preparar principalmente do meu marido, da minha sogra e de alguns parentes do meu marido e amigos como por exemplo a Thuany que além de tirar as fotos maravilhosas também me ajudou muito na decoração.

Eu pedi pras pessoas levarem só fraldas porque roupinhas ele já tinha muitas (todas ganhadas também), não especifiquei marca, apenas tamanho porque esses chás de bebê que você ganha uma lista do que levar eu acho muito deselegante e apesar de não ter especificado nada ganhamos todas de marcas ótimas e algumas pessoas levaram outros presentinhos também então valeu muito a pena ter feito o chá, gastei menos do que se eu mesma comprasse as fraldas.

Além dessa questão dos presentes foi muito especial ver quantas pessoas se importaram, compareceram e estão me dando apoio nessa fase tão importante pra nós! E apesar de ter sentido muito a falta da minha família comigo foi muito bonito e só tenho a agradecer a todo mundo. A gestação pode ser algo muito solitário e desgastante, mas as pessoas também são solidárias e podem te ajudar muito a passar por isso com mais tranquilidade. Claro que tem as inconvenientes e palpiteiras, mas aí já é outra história, o objetivo hoje é só agradecer.

O chá foi um dia antes do meu aniversário e eu estava tão focada nos preparativos que até esqueci, levei um susto quando minha sogra sugeriu que cantassem parabéns pra mim pra aproveitar a ocasião, quando dizem que quando você se torna mãe esquece de você mesma é muito real!

A comidinhas foram quase todas vegetarianas, exceto pelo pastelzinho e a coxinha que foram de carne pra agradar gregos e troianos, mas todo mundo amou as comidas sem carne e sobrou pouquíssima coisa. Os docinhos foram feitos pela minha madrinha de casamento, minha sogra fez o bolo que foi uma toalha felpuda e os crostinis que é aquela massinha crocante pra comer com patê, eu fiz patê de ricota, homus de beterraba e maionese verde, encomendei da padaria empadinha de palmito, pão de queijo, croissant de chocolate, pastelzinho e coxinha. Pra beber tinha suco de polpa congelada, chá gelado e água saborizada (fiz questão de não ter refri e ninguém sentiu falta), além disso tinha espetinho de fruta e petisquinhos com tomatinho, azeitona e queijo. Na parte dos descartáveis tentei comprar ao máximo itens de papel como pratinhos, copos e canudos e os garfinhos foram de madeira, no fim nem precisaria de canudos porque sobrou um monte, geralmente é criança que gosta e tinham poucas crianças. A decoração foi de dinossauros bem lindinhos, quis fugir do azul porque não aguento esse esteriótipo de cores pra meninos e meninas. Não tem foto das lembrancinhas, mas foram potinhos de vidro com dinossauros na tampa, versão mini desse vidro que tem a água saborizada e foi meu marido quem fez. Todo mundo participou e ficou perfeito, melhor do que eu imaginava, foi um dia muito feliz!

Como disse, as fotos foram feitas pela Thuany da Insieme Fotografia e não poderiam ter ficado mais lindas:





















6 meses


Acho que esqueci como se escreve de tanto tempo que não consigo digitar uma linha que seja aqui neste blog, mas tem tanta coisa acontecendo que as vezes esqueço até de registrar, na verdade mal estou tirando fotos e olha que eu sempre tirei fotos de tudo. O fato é que estou vivendo cada momento intensamente, aproveitando cada segundo do meu filho dentro de mim.

Isso mesmo: filho, vou ser mãe de menino! O nome escolhido é Joaquim Thomaz, Joaquim foi meu marido quem escolheu e Thomaz é em homenagem ao meu avô que este ano completa 90 anos. Eu relutei bastante em colocar nome composto porque sei por experiência própria que acaba usando apenas um, mas pra todo mundo ficar feliz acabei decidindo colocar sim, depois ele decide qual vai gostar mais (ou não) e tá tudo bem.

A gravidez é aquele velho chichê de que só se sabe como é quando se vive, por mais que eu tivesse ouvido relatos, lido artigos, livros, conselhos e tudo mais, absolutamente nada consegue explicar o sentimento porque cada mulher vai sentir diferente. E por mais que eu esteja sentindo, jamais vou conseguir explicar em palavras o que é!

Só consigo dizer que é uma mistura de tudo: alegria e ansiedade para vê-lo, mas também medo e vontade de que ele fique protegido no meu ventre pra sempre. O meu medo mais palpável no momento é da hora do parto, quero muito que seja normal, na verdade do parto normal não tenho medo, é a coisa mais natural que existe, tenho relutância mesmo pela cesária por tudo o que ela implica, mas se for necessária não tem essa de não vou fazer, tudo depende de vários fatores e estou tentando me preparar para qualquer situação.

Mas o medo do parto é passageiro, afinal tem que acontecer de qualquer forma não tem como fugir, o que me aterroriza mais na maternidade é o depois, eu sei a maneira que quero educar e instruir meu filho e quero que seja a melhor possível, mas tudo é incerto e o mundo é cruel demais. Sei que não vou conseguir protegê-lo de tudo e isso é o que mais me deixa insegura.

Fora essas inseguranças do futuro está tudo bem, já completamos 25 semanas, ele está do tamanho de um mamão e se mexendo muito e é tão confortante sentir cada chutinho, é nosso meio de comunicação. Não tenho mais enjoos (graças a Deus) só as vezes alguma azia, mas nada insuportável, também tenho algumas dores nas costas e cãibras, o que é normal, mas me faz acordar gritando de dor e quase matando meu marido de susto (sorry mozão), é que eu nunca tinha sentido cãibra na vida e me assustei demais com a primeira vez.

Falta pouco pra tudo se completar e ele estar pronto pra vir ao mundo, 9 meses passam mais rápido do que eu imaginava e quando eu piscar já vou estar com Joaquim nos meus braços. Eu estou sentindo mil coisas ao mesmo tempo, mas com certeza o que mais sinto é uma felicidade imensa e cheia de gratidão!

Um novo começo


No início de 2018 eu estava empolgadíssima para escrever mais, repaginei o blog e decorei o Bullet Journal, tinha muitas ideias na cabeça que começaram a funcionar até meio do ano, mesmo que arrastadas devido à correria no trabalho e tudo mais, mas em maio aconteceu uma coisa que me paralisou por completo: eu estava grávida e sofri um aborto espontâneo. Depois disso eu apenas existi, nada do que eu gostava fazia mais sentido, não tinha nenhuma graça escrever, ler, tirar fotos, trabalhar, assistir, viajar... eu estava deixando aquele sentimento de fracasso me consumir.

Fracasso porque ter um filho sempre foi algo que eu quis muito e o fato de ter perdido o bebê me fez questionar o que foi que eu fiz de errado, sendo que não foi culpa minha, eu estava fazendo o pré-natal certinho, me cuidando em tudo, mas a gestação simplesmente não foi pra frente e tá tudo bem porque nosso corpo é inteligente demais, ele viu que não ia dar certo e eliminou, é estranho falar assim, mas é a realidade.

Porém mesmo sabendo de tudo isso eu continuei me culpando e questionando tudo na minha vida, vivi meses com medo de entrar em depressão, por mais que tentasse de todas as formas aparentar que estava tudo bem quando ficava sozinha e as lembranças anuviavam meu pensamento novamente era inevitável chorar até dormir.

Apesar de ter sido uma dor que tive que enfrentar sozinha (porque só eu mesma poderia me perdoar) eu tive uma rede de apoio muito forte que me ajudou imensamente e que sem eles eu nem sei como tudo estaria agora.

Depois de todo esse tormento, no finalzinho do ano aconteceram duas coisas ao mesmo tempo tão maravilhosas que as vezes ainda acho que não é real: eu fui convocada em um concurso que tinha feito a anos e achava que já tinha expirado e quando estava realizando os exames para começar, descobri que estava grávida novamente! Parece que toda aquela energia negativa que estava me rondando foi aspirada e voltei a ver a luz. Não posso dizer que estou cem por cento melhor porque a gravidez é cheia de oscilações hormonais e as vezes ainda me pego chorando por esse ou qualquer outro motivo, mas é completamente normal e aos poucos tudo vai ficando no lugar outra vez.

Quer dizer, agora nada vai ficar no lugar, com a vinda de um bebê a vida vira de pernas pro ar, mas é por um motivo muito bom e estou ansiosa por isso. Eu espero ter forças pra escrever mais sobre tudo o que estou sentindo e passando nesses meses que virão porque ultimamente só quero saber de dormir e comer.

Já passei pelos temidos três primeiros meses que são os mais críticos tanto pelo medo de não dar certo quanto pelos enjoos e mal estares que incomodam pra caramba e eu os tive com muita intensidade, tinham dias em que vomitava tudo o que comia e as vezes nem tinha mais o que por pra fora e mesmo assim o enjoo não ia embora. Eu sei que é super normal, mas não é nada confortável. E por ser a primeira gestação que estou tendo esses sintomas é tudo novo, muitas vezes não sei como lidar e nada do que as pessoas possam dizer vai me tranquilizar, mas acho que é assim mesmo: uma jornada bastante solitária, só você e o seu corpo fazendo de tudo pra gerar uma vida.

Sunshine Blogger Awards


Eu acho incrível essa blogosfera que apesar de eu ficar mais de dois meses sem aparecer por aqui ainda lembra de mim e me indica para tags, obrigada Tati <3 Essa TAG consiste em responder 11 perguntas e depois criar outras 11 e indicar 11 pessoas para responder, vamos tirar as teias de aranha do bloguinho: 

As 11 perguntas da Tati:

1. Você é mais razão ou emoção? Acha que como disse a banda NxZero, entre as duas, a saída é fazer valer a pena?
Com certeza sou muito mais emoção! Concordo com a letra da música, mas acho que o negócio mesmo é tentar equilibrar essas duas coisas aí porque senão ou a gente se torna muito duro com o mundo ou mole demais.

2. Se você fosse um objeto de cozinha, qual escolheria ser?
Essa é uma das questões existenciais que nunca parei pra pensar, mas se for escolher pela minha cozinha acho que gostaria de ser meu escorredor de massas, ele é azul a coisa mais lindinha!!

3. O que sua versão de 5 anos atrás acharia da sua versão atual?
Bom, 5 anos atrás eu era recém formada e tinha acabado de começar minha vida profissional, mudado pra uma cidade nova e estava bastante perdida em relação a vida. Se eu pudesse me ver como estou hoje provavelmente estaria bastante orgulhosa, eu não achava que estaria onde estou assim tão rápido, mas ao mesmo tempo ficaria um pouco tristinha ao perceber que a saúde mental ficou muito mais debilitada e a capacidade de sonhar ficou bem mais pé no chão, mas de maneira geral eu me aprovaria.

4. Já assistiu Gilmore Girls? Se sim, reflita friamente e me responda: você é mais Rory Gilmore ou mais Paris Geller?
Eu ainda não terminei todas as temporadas da série, mas pelo que eu já vi até agora seria totalmente Rory Gilmore. Paris Geller é muito mais durona e não consigo me enquadrar na personalidade dela.

5. Qual foi o melhor livro que leu esse ano?
Decepcionadíssima com minha quantidade de leituras desse ano, mas feliz com a qualidade, estou lendo só mulheres e posso afirmar que todos os que li foram os melhores, mas um que se destacou bastante foi: O peso do pássaro morto da Aline Bei, muitas emoções misturadas nessa leitura, terminei ela chorando, recomendo pra todo mundo, leiam por favor!

6. Se você fosse um meme, qual seria?
Eita, eu não sei! Acho que vários me representam em muitos momentos da vida, mas acho que um sempre vai prevalecer é a Nazaré confusa.

7. No mundo invertido, você seria um Demongorgon, ou uma experiência científica?
Obviamente uma experiência científica, daquelas bem traumatizadas e cheias de ódio por todo mundo.

8. O feijão vai por cima ou por baixo do arroz?
Eu nunca tive esse problema porque sempre coloquei um DO LADO do outro.

9. Qual foi a coisa mais vergonhosa que já te aconteceu em público?
Foi quando eu saí do hospital, comi um Subway, fui embora de ônibus e como estava muito fraca ainda eu simplesmente desmaiei no ônibus e como se não bastasse vomitei todo o lanche, se não tivesse desmaiado de verdade acho que fingiria um desmaio porque MEU DEUS!

10. Entre essas duas opções, qual seria seu maior medo: ter toda sua vida exposta na internet ou ser perseguida por uma aranha gigante o dia inteiro?
Com certeza ser perseguida pela aranha, porque sem fôlego pra correr o dia inteiro! 

11. Severo Snape era mesmo um vilão, ou foi só injustiçado pela vida?
Todo vilão sente em algum momento que foi injustiçado pela vida, tenho minhas ressalvas com o Snape, ele não pode jogar toda a responsabilidade da sua vilania nas costas da Lílian, por mais que tenham acontecido várias merdas a maldade só se manifestou porque já tinha uma sementinha no coração dele.

Minhas 11 perguntas:

1. Você considera mais importante o investimento na criação da máquina do tempo ou no telestransporte?

2. Baseado na atual situação do Brasil, se tivesse a oportunidade iria para outro país? Se sim, qual?

3. O que você diria para seu eu do passado?

4. Qual foi a situação mais bonita que você já presenciou?

5. O que pode ser o pior defeito de uma pessoa?

6. Com quantos paus se faz uma canoa?

7. Se você pudesse ser invisível por um dia, o que faria?

8. Qual seu chocolate preferido?

9. Você concorda com o Thanos? (eu não desisto desse tema)

10. O que uma pessoa deve ter/ser/fazer para te conquistar?

11. Qual é a sua viagem dos sonhos?

Indico para responder: 

Se você não foi indicado, mas gostaria de responder pode ficar a vontade, só me mostra as respostas depois <3